CAIS DE HAICAIS
O haicai deve concentrar num espaço exíguo a planície da Poesia. A este cais chegarão haicais.
domingo, 4 de setembro de 2016
HAIKU ( uma tradução)
de Stanford M.Forrester (NYC, 1963-)
cocó de cão
ou eu
a mosca não se importa
©
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Depois da borrasca:
Depois da borrasca:
vou andar pelo meu jardim
a erguer as flores.
17-08-2016
©
segunda-feira, 18 de julho de 2016
HAIKU
Sob a borboleta
estão as pétalas da rosa:
escondem-se do vento.
18-07-2016
©
quinta-feira, 26 de maio de 2016
depois do ciclone
depois do ciclone
vou através da floresta
ordenando as árvores
*
os lagos despem
para o oblívio do inverno
a sua capa branca
2016
©
segunda-feira, 23 de maio de 2016
haiku em minúsculas
a chuva desenha
os pequenos sons que caem
no espelho da ria
*
grito das gaivotas –
procura sobre os telhados
companhia.
22-05-2016
©
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
mais 2 haiku
O vento gelado -
aconchega-se no fumo
que sai da chaminé.
27-08-2015
©
O trovão súbito -
ainda faz estremecer
as rosas na jarra.
4-8-2015
©
domingo, 2 de agosto de 2015
DOIS HAIKU
HAIKU,
de Richard Brautigan
(Estados Unidos, 1935-1984)
Out of the haze
The dog brings back
The wrong stick
Por causa da névoa
O meu cão traz-me de volta
O pau errado.
© Versão minha
#
Controle de passaporte -
a minha sombra espera
já do outro lado.
29-7-2015
©
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